O então Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Anderson Torres comprou sua passagem de Miami, nos Estados Unidos, para o Brasil usando apenas os dois primeiros nomes: Anderson Gustavo, que coisa não? Por que um homem que teve grandes poderes na mão, não se identificou com o nome sempre usado? Será que agora há algum medo no ar de revelar as verdadeiras máscaras e realidades não somente sobre os atos terroristas cometidos por apoiadores do ex-presidente?
Há grandes dúvidas e perguntas que seus próprios seguidores se fazem, pois os guarnecedores das portas dos quartéis já se sentem desmotivados de seguir a luta facista pedindo apoio das forças armadas para uma possível intervenção militar que não ocorreu e pelo andar da carroagem virou "mito" entres eles.
Torres foi exonerado da secretaria de Segurança Pública do DF, cargo que assumiu depois de deixar de ser ministro de Bolsonaro, e teve ordem de prisão decretada por Alexandre de Moraes na terça-feira (10).
O pedido de prisão que foi acolhido por Moraes, foi feito pela Polícia Federal. O mandado foi cumprido assim que o ex-ministro desembarcou em Brasília, na manhã deste sábado (14).
Torres era o responsável pela segurança da Capital do Brasil quando alguns bolsonaristas terroristas invadiram os prédios do Congresso, do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto, no dia 08 de janeiro.
Torres foi para os Estados Unidos dias depois da posse de Lula, um ato que Alexandre de Moraes desconfiou e considerou suspeito para tomar a frente da decisão sobre o pedido de prisão.
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