O Parlamentar do PL ressalta que requer ainda, 'se for o caso', a prisão preventiva de Dino, também senador pelo PSB no Maranhão.
Em fatos agora, os apoiadores bolsonaristas que estavam no protesto onde foram cometidos crimes de vandalismo e terrorismo na capital do Brasil, se julgam inocentes após ações realizadas.
Com grande incentivo de parlamentares bolsonaristas, personalidades que apoiam o ex-presidente Jair bolsonaro pessoas foram conduzidas foram fichadas pela PM e tiveram alguns de seus direitos temporariamente barrados no atentado aos 3 poderes em Brasília.
Em uma fala do Ministro da Justiça em relação à atuação do governo do Distrito Federal durante os atos de vandalismo, Dino afirmou que não condena o governador afastado Ibaneis Rocha (MDB), mas ressaltou que havia um acordo que não foi cumprido.
“Houve um acordo interfederativo e era preciso que, na revisão desse acordo, nós fossemos informados, e não fomos. Acreditávamos que o planejamento feito seria cumprido, mas não foi”, completou.
Com vários questionamos sobre a falha na segurança no último domingo, o interventor federal na segurança pública do Distrito Federal, Ricardo Cappelli, voltou a apontar a ausência do então secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, como principal erro no impedimento dos atos terroristas. Para ele, houve “falta de comando”, pois há fatos que identificam pagamentos antecipado de hospedagens, ou seja o financiamento para o que aconteceu estava sendo planejado tempos atrás e muito bem executado onde o Poder Federal teve que assumir algo do Estado, para que houvesse a ordem e a lei de conservação do patrimônio fosse cumprida.
Ainda há muito para se apurar, mas é visível que mesmo distante, mesmo sem dar a voz de "atacar" deu para um dos principais mandantes deses ataques terroristas no Brasil orquestrar e manipular seus apoiadores para cometer atos que chamam de patriotismo, e acabaram se tornando em ações criminosas.
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