sexta-feira, 31 de julho de 2020

TUDO E MAIS UM POUCO SOBRE O ESPORTE DESTA SEMANA . CONFIRA!


-GARBRANDT REFORÇA DESEJO DE LUTAR NO PESO-MOSCA E DIZ VER BURACOS EM JOGO DE DEIVESON
Após espantar a má fase e voltar a vencer no UFC depois de três resultados negativos, Cody Garbrandt mira voltar a disputar o cinturão da organização. Mas a meta agora do lutador não está no peso-galo (61 kg) e sim descer de categoria e agora atuar no peso-mosca (57 kg) para desafiar o atual campeão Deiveson Figueiredo. Em entrevista à 'ESPN' americana, o americano confirmou o desejo de mudar de divisão e se mostrou confiante que não vai ter problema no corte de peso.

"Na verdade, eu tenho falado sobre ir ao peso-mosca há algum tempo. Nós conversamos sobre isso antes da luta contra (Raphael) Assunção. Eu sinto que é ótimo. Sou capaz de fazer agora ainda no início da minha carreira. Acabei de completar 29 anos. Sou capaz de ir para o peso-mosca, desafiar e ganhar esse título lá. (Então) voltarei ao peso-galo e competirei com os melhores de lá. (...) Eu acho que poderei reinar nessa divisão (peso-mosca) por um tempo - e, simultaneamente, passar pelo peso-galo e fazer o mesmo. Estou muito empolgado com essas metas e as oportunidades de ser campeão duas vezes e em dois pesos", disse.

Garbrandt também não perdeu a oportunidade de comentar um possível combate contra Deiveson. Com os dois lutadores com estilos bem agressivos de lutar, principalmente na trocação, o americano revelou que enxerga buracos no jogo do brasileiro. Dessa maneira, o ex-campeão dos galos afirmou que se sente seguro em qualquer área que esse embate possa se desenvolver.
"Acho que ele é um grande lutador. Ele é forte e tem muitos buracos que poderei explorar. 'Joe' (Benavidez) o machucou muito na primeira luta. Ele tem boas habilidades para terminar as lutas, bom jiu-jitsu. Eu me sinto muito confiante onde quer que a luta vá. Posso ditar o ritmo para colocá-lo onde eu quero. Acho que ele se desgasta muito. Eu estive em lutas de 25 minutos com alguns dos melhores do mundo, então sinto que meu tanque de gasolina, cardio e condicionamento nunca serão um problema para mim", completou o 'No Love'.

Depois de dominar a categoria sem perder uma luta sequer até conquistar o cinturão da divisão, em 2016, quando superou Dominick Cruz, Cody Garbrandt teve uma queda de rendimento. No entanto, com sua última vitória, o americano se recupera de três derrotas seguidas no UFC.

-ATLETAS DE JAZZ E PELICANS PLANEJAM SE AJOELHAR DURANTE O HINO NACIONAL DOS EUA
A temporada da NBA será retomada nesta quinta-feira (30) e, já na primeira partida, deveremos testemunhar um protesto bastante significativo. Segundo a repórter Malika Andrews, da ESPN, os atletas e as comissões técnicas de New Orleans Pelicans e Utah Jazz planejam se ajoelhar durante o hino nacional dos Estados Unidos, que será executado antes da bola subir pela primeira vez no retorno da liga, na “bolha” da Disney.

Ainda de acordo com a publicação, outras equipes também deverão protestar durante a execução do hino, no restante da temporada. Embora a NBA tenha uma regra afirmando que todos os jogadores devem permanecer de pé durante o hino, a liga não deve aplicar nenhuma punição às equipes nesse caso.

Nesta quarta-feira (29), o comissário da NBA, Adam Silver, disse, em entrevista ao programa Good Morning America, da rede televisiva ABC, que respeita os protestos pacíficos e que entende que estamos vivendo “tempos incomuns”.

O ato de se ajoelhar durante o hino nacional dos EUA foi iniciado em 2016, quando o quarterback Colin Kaepernick, do San Francisco 49ers, protestou em várias partidas na NFL contra a injustiça racial e a brutalidade da polícia, depois de vários assassinatos de cidadãos negros relacionados ao abuso policial. Por conta da iniciativa, o jogador foi duramente pelo presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, teve o contrato rescindido com o Niners e foi boicotado na liga de futebol americano. Kaepernick virou ícone de protesto contra o racismo e sua imagem transcendeu o esporte.
Essa manifestação contra o racismo e a violência policial ganhou força nos últimos dois meses após o assassinato injustificado de George Floyd, imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço por oito minutos e 46 segundos, na cidade de Mineápolis, no estado americano de Minnesota.

Esse crime covarde gerou uma onda de protestos antirracistas pelos Estados Unidos e ao redor do mundo. O “eu não consigo respirar”, últimas palavras de Floyd, novamente virou grito de guerra para as pessoas indignadas com mais uma brutalidade contra um negro desarmado. Atletas, ex-atletas, técnicos e franquias da NBA, a liga dos esportes americanos mais engajada em questões sociais, se revoltaram com a morte injustificada de Floyd e participaram dos protestos pelo país.
A retomada da NBA terá alguns elementos ligados às questões sociais. As quadras da “bolha” na Disney estão pintadas com os dizeres Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), movimento que combate o racismo. Além disso, a liga concedeu aos atletas e treinadores a opção de utilizarem mensagens de justiça social em seus uniformes.

No último domingo, alguns atletas da NBA e da WNBA conversaram com a ex-primeira-dama Michelle Obama, por meio de uma chamada de vídeo, sobre o uso das plataformas para tratar de questões de justiça racial e a conscientização a respeito da importância do voto.

  
-FLUMINENSE PLANEJA LIBERAR TRIO DO ELENCO QUE NÃO ESTÁ NOS PLANOS DE ODAIR HELLMANN
O Fluminense se prepara para a sequência da temporada. O técnico Odair Hellmann tem aproveitado os jogadores do sub-23 para incorporar o elenco.
Com uma quantidade grande de atletas, alguns jogadores teriam sido comunicados que não seriam utilizados no Campeonato Brasileiro. Assim, todos estariam liberados a procurar novos rumos.
Três jogadores já teriam sido informados sobre a decisão do comandante tricolor. Os atacante Felippe Cardoso e Matheus Alessandro, além do meia Pablo Dyego.
Felippe Cardoso chegou ao Fluminense nesta temporada, por empréstimo junto ao Santos. No período, marcou apenas um gol com a camisa tricolor.
Matheus Alessandro é cria das categorias de base do Fluminense e esteve emprestado em 2019. Neste ano, foi escalado em alguns jogos, mas perdeu espaço no elenco. Com contrato até o fim do ano, pode ser negociado logo.
Pablo Dyego também é cria das categorias de base e tem contrato até o fim de 2021. Sempre foi tratado com uma das promessas do clube, mas nunca conseguiu emplacar uma sequência de jogos. Deve ser emprestado para outro clube.
Além deles, a imprensa carioca também especula que o lateral esquerdo Orinho. O jogador é o reserva imediato de Egídio, mas só deve sair caso o Fluminense consiga contratar um reforço para a posição.
UMA SIMPLES E BREVE OBSERVAÇÃO PARA VOCÊ CARO LEITOR:
  LEMBRE-SE SEMPRE QUE ESPORTE NÃO É APENAS O FUTEBOL, E SIM TODO MODO E ESTILO DE COMPETIÇÃO SAUDAVEL, POIS É A PRÁTICA METÓDICA, INDIVIDUAL OU COLETIVA, DE JOGO OU QUALQUER ATIVIDADE QUE DEMANDE EXERCÍCIO FÍSICO E DESTREZA, COM FINS DE RECREAÇÃO, MANUTENÇÃO DO CONDICIONAMENTO CORPORAL E DA SAÚDE E/OU COMPETIÇÃO; DESPORTE, DESPORTO.

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