terça-feira, 28 de julho de 2020

DONO DE ESTABELECIMENTO COMERCIAL DE BAIRRO NOBRE DA CAPITAL DIZ QUE SEU EMPREENDIMENTO FOI DESENVOLVIDO PARA AS FAMÍLIAS DA PENÍNSULA.



Em um grupo de um aplicativo de conversas e compartilhamentos, o então supostamente o proprietário Flávio Dionísio do estabelecimento comercial chamado “Bangalô Espettaria” falou que o “empreendimento KANGA BEACH” só atenderia pessoas da área da Península, parte nobre da capital São Luis, como forma de preconceito social, ele foi bem claro em suas palavras e afirma em conversa que fecha seu negocio realmente cedo, as 17hs por que frequentadores aquela região em determinado horário que estão na paria  não corresponde ao seu publico sugerido, assim fugindo dos “padrões aceitáveis da sociedade”.

Em outra parte ele faz um questionamento muito ainda mais grave ainda, que orienta seus funcionários a fazer "SEGREGAÇÃO": "nossos garçons são orientados a atender ou não o cliente visto que o mesmo se encaixe em nossos padrões sociais... acredito e torço para que venha a ter uma separação natural do público, mas”. Nas suas palavras pode-se perceber o tom de superioridade e falácias que geram desconforto a quem vê lê, lembrando que perante a lei a orientação desse ato de segregação, pode ser enquadrada no crime de razões de discriminação.
O fato é registrado em uma rede de cominações e em outros blogs onde qualquer pessoa pode compartilhar, sendo assim deixamos aberto em oportunidade para que o empresário possa se justificar caso esteja de acordo com as falas acima.

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