Este termo é um instrumento preparatório que formaliza um
compromisso futuro das partes em celebrar um convênio em termos que ainda serão
definidos posteriormente.
Cid esteve no STF na nesta última quarta-feira, que
estava acompanhado por seu advogado, Cezar Roberto Bitencourt, e se fez
presente no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, que na ocasião esteve
reunido com o juiz auxiliar, em reunião ainda não houve detalhamento dos termos
da delação que ainda não foram definidos.
A então proposta do
coronel, agora será enviada ao Ministério Público Federal, que dará em algum
momento o parecer, pois precisa ser aceita pelo ministro Alexandre de Moraes, que
é o relator dos inquéritos em que Cid é investigado.
Neste caso para ter sua colaboração aprovada pela Justiça, o
ex-ajudante de Bolsonaro tem que não só prestar depoimentos, mas também
apresentar provas, conteúdos ainda não vistos, pois há muitas notícias e
informações não obtidas em depoimentos anteriores, que já foram expostos na mídia
mas não declarada por ele.
O tenente-coronel está preso desde maio deste ano. Ele é
suspeito de vender irregularmente presentes recebidos por Bolsonaro de outros
chefes de Estado, de falsificar cartões de vacina contra a covid-19 e de ter
trabalhado na organização de um golpe de Estado.
Tudo que pesa sobre Cid é que ele esteve ao lado de
Bolsonaro em entrevistas, lives e reuniões, e foi o braço-direito do então
presidente da República nos quatro anos do governo passado.
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