-GARBRANDT REFORÇA DESEJO DE LUTAR NO PESO-MOSCA E DIZ VER
BURACOS EM JOGO DE DEIVESON
Após espantar a má fase e voltar
a vencer no UFC depois de três resultados negativos, Cody Garbrandt mira voltar
a disputar o cinturão da organização. Mas a meta agora do lutador não está no
peso-galo (61 kg) e sim descer de categoria e agora atuar no peso-mosca (57 kg)
para desafiar o atual campeão Deiveson Figueiredo. Em entrevista à 'ESPN'
americana, o americano confirmou o desejo de mudar de divisão e se mostrou
confiante que não vai ter problema no corte de peso.
"Na verdade, eu tenho falado
sobre ir ao peso-mosca há algum tempo. Nós conversamos sobre isso antes da luta
contra (Raphael) Assunção. Eu sinto que é ótimo. Sou capaz de fazer agora ainda
no início da minha carreira. Acabei de completar 29 anos. Sou capaz de ir para
o peso-mosca, desafiar e ganhar esse título lá. (Então) voltarei ao peso-galo e
competirei com os melhores de lá. (...) Eu acho que poderei reinar nessa
divisão (peso-mosca) por um tempo - e, simultaneamente, passar pelo peso-galo e
fazer o mesmo. Estou muito empolgado com essas metas e as oportunidades de ser
campeão duas vezes e em dois pesos", disse.
Garbrandt também não perdeu a
oportunidade de comentar um possível combate contra Deiveson. Com os dois
lutadores com estilos bem agressivos de lutar, principalmente na trocação, o
americano revelou que enxerga buracos no jogo do brasileiro. Dessa maneira, o
ex-campeão dos galos afirmou que se sente seguro em qualquer área que esse
embate possa se desenvolver.
"Acho que ele é um grande
lutador. Ele é forte e tem muitos buracos que poderei explorar. 'Joe'
(Benavidez) o machucou muito na primeira luta. Ele tem boas habilidades para
terminar as lutas, bom jiu-jitsu. Eu me sinto muito confiante onde quer que a
luta vá. Posso ditar o ritmo para colocá-lo onde eu quero. Acho que ele se
desgasta muito. Eu estive em lutas de 25 minutos com alguns dos melhores do
mundo, então sinto que meu tanque de gasolina, cardio e condicionamento nunca
serão um problema para mim", completou o 'No Love'.
Depois de dominar a categoria sem
perder uma luta sequer até conquistar o cinturão da divisão, em 2016, quando
superou Dominick Cruz, Cody Garbrandt teve uma queda de rendimento. No entanto,
com sua última vitória, o americano se recupera de três derrotas seguidas no
UFC.
-ATLETAS
DE JAZZ E PELICANS PLANEJAM SE AJOELHAR DURANTE O HINO NACIONAL DOS EUA
A temporada da NBA será retomada nesta quinta-feira (30) e,
já na primeira partida, deveremos testemunhar um protesto bastante
significativo. Segundo a repórter Malika Andrews, da ESPN, os atletas e as
comissões técnicas de New Orleans Pelicans e Utah Jazz planejam se ajoelhar
durante o hino nacional dos Estados Unidos, que será executado antes da bola
subir pela primeira vez no retorno da liga, na “bolha” da Disney.
Ainda de acordo com a publicação, outras equipes também
deverão protestar durante a execução do hino, no restante da temporada. Embora
a NBA tenha uma regra afirmando que todos os jogadores devem permanecer de pé
durante o hino, a liga não deve aplicar nenhuma punição às equipes nesse caso.
Nesta quarta-feira (29), o comissário da NBA, Adam Silver,
disse, em entrevista ao programa Good Morning America, da rede televisiva
ABC, que respeita os protestos pacíficos e que entende que estamos vivendo
“tempos incomuns”.
O ato de se ajoelhar durante o hino nacional dos EUA foi
iniciado em 2016, quando o quarterback Colin Kaepernick, do San Francisco 49ers,
protestou em várias partidas na NFL contra a injustiça racial e a brutalidade
da polícia, depois de vários assassinatos de cidadãos negros relacionados ao
abuso policial. Por conta da iniciativa, o jogador foi duramente pelo
presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, teve o contrato
rescindido com o Niners e foi boicotado na liga de futebol americano.
Kaepernick virou ícone de protesto contra o racismo e sua imagem transcendeu o
esporte.
Essa manifestação contra o racismo e a violência policial
ganhou força nos últimos dois meses após o assassinato injustificado de George Floyd, imobilizado por
um policial branco com os joelhos em seu pescoço por oito minutos e 46
segundos, na cidade de Mineápolis, no estado americano de Minnesota.
Esse crime covarde gerou uma onda de protestos antirracistas
pelos Estados Unidos e ao redor do mundo. O “eu não consigo respirar”, últimas
palavras de Floyd, novamente virou grito de guerra para as pessoas indignadas
com mais uma brutalidade contra um negro desarmado. Atletas, ex-atletas,
técnicos e franquias da NBA, a liga dos esportes americanos mais engajada em
questões sociais, se revoltaram com a morte injustificada de Floyd e
participaram dos protestos pelo país.
A retomada da NBA terá alguns elementos ligados às questões
sociais. As quadras da “bolha” na Disney estão pintadas com os dizeres Black
Lives Matter (Vidas Negras Importam), movimento que combate o racismo.
Além disso, a liga concedeu aos atletas e treinadores a opção de utilizarem
mensagens de justiça social em seus uniformes.
No último domingo, alguns atletas da NBA e da WNBA conversaram com a ex-primeira-dama
Michelle Obama, por meio de uma chamada de vídeo, sobre o uso das
plataformas para tratar de questões de justiça racial e a conscientização a
respeito da importância do voto.
-FLUMINENSE
PLANEJA LIBERAR TRIO DO ELENCO QUE NÃO ESTÁ NOS PLANOS DE ODAIR HELLMANN
O Fluminense se prepara
para a sequência da temporada. O técnico Odair Hellmann tem aproveitado os
jogadores do sub-23 para incorporar o elenco.
Com uma quantidade grande de
atletas, alguns jogadores teriam sido comunicados que não seriam utilizados no
Campeonato Brasileiro. Assim, todos estariam liberados a procurar novos rumos.
Três jogadores já teriam sido
informados sobre a decisão do comandante tricolor. Os atacante Felippe Cardoso
e Matheus Alessandro, além do meia Pablo Dyego.
Felippe Cardoso chegou ao
Fluminense nesta temporada, por empréstimo junto ao Santos. No período, marcou
apenas um gol com a camisa tricolor.
Matheus Alessandro é cria das
categorias de base do Fluminense e esteve emprestado em 2019. Neste ano, foi
escalado em alguns jogos, mas perdeu espaço no elenco. Com contrato até o fim
do ano, pode ser negociado logo.
Pablo Dyego também é cria das
categorias de base e tem contrato até o fim de 2021. Sempre foi tratado com uma
das promessas do clube, mas nunca conseguiu emplacar uma sequência de jogos.
Deve ser emprestado para outro clube.
Além deles, a imprensa carioca
também especula que o lateral esquerdo Orinho. O jogador é o reserva imediato
de Egídio, mas só deve sair caso o Fluminense consiga contratar um reforço para
a posição.
UMA SIMPLES E BREVE OBSERVAÇÃO
PARA VOCÊ CARO LEITOR:
LEMBRE-SE SEMPRE
QUE ESPORTE NÃO É APENAS O FUTEBOL, E SIM TODO MODO E ESTILO DE COMPETIÇÃO
SAUDAVEL, POIS É A PRÁTICA METÓDICA, INDIVIDUAL OU COLETIVA, DE JOGO OU
QUALQUER ATIVIDADE QUE DEMANDE EXERCÍCIO FÍSICO E DESTREZA, COM FINS DE
RECREAÇÃO, MANUTENÇÃO DO CONDICIONAMENTO CORPORAL E DA SAÚDE E/OU COMPETIÇÃO;
DESPORTE, DESPORTO.
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