Em um grupo de um aplicativo
de conversas e compartilhamentos, o então supostamente o proprietário Flávio
Dionísio do estabelecimento comercial chamado “Bangalô Espettaria” falou que o “empreendimento
KANGA BEACH” só atenderia pessoas da área da Península, parte nobre da capital
São Luis, como forma de preconceito social, ele foi bem claro em suas palavras
e afirma em conversa que fecha seu negocio realmente cedo, as 17hs por que frequentadores
aquela região em determinado horário que estão na paria não corresponde ao seu publico sugerido, assim
fugindo dos “padrões aceitáveis da sociedade”.
Em outra parte ele faz um
questionamento muito ainda mais grave ainda, que orienta seus funcionários a
fazer "SEGREGAÇÃO": "nossos garçons são orientados a
atender ou não o cliente visto que o mesmo se encaixe em nossos padrões sociais...
acredito e torço para que venha a ter uma separação natural do público, mas”. Nas
suas palavras pode-se perceber o tom de superioridade e falácias que geram
desconforto a quem vê lê, lembrando que perante a lei a orientação desse ato de
segregação, pode ser enquadrada no crime de razões de discriminação.
O fato é registrado em uma
rede de cominações e em outros blogs onde qualquer pessoa pode compartilhar,
sendo assim deixamos aberto em oportunidade para que o empresário possa se
justificar caso esteja de acordo com as falas acima.
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