A madrugada deste domingo (24) foi marcada por uma tragédia que abalou profundamente a cidade de Cantanhede, no interior do Maranhão. O cabo da Polícia Militar Reginaldo Costa, lotado no 23º Batalhão da PM, foi brutalmente assassinado durante uma discussão em um bar localizado na entrada do povoado Ingá, zona rural do município, distante cerca de 154 km de São Luís.
A madrugada de horror
De acordo com informações preliminares, o policial participava de uma confraternização quando se envolveu em uma discussão com outro homem. A briga evoluiu para luta corporal, momento em que o agressor conseguiu tomar a arma do militar. Sem hesitar, efetuou aproximadamente 12 disparos, atingindo o cabo Reginaldo, que morreu ainda no local.
Testemunhas relataram que o clima no bar era de desespero e pânico após os tiros. O suspeito fugiu imediatamente, dando início a uma intensa caçada policial na região.
A resposta da polícia
Equipes do 23º BPM se mobilizaram durante toda a madrugada e manhã em busca do criminoso. Segundo a PM, o suspeito tinha ligação com facções criminosas que atuam na região. Na tarde deste domingo, ele foi localizado e acabou morto em confronto com policiais. Outros dois homens suspeitos de envolvimento foram presos e estão sendo investigados pela participação na morte do militar.
Repercussão e comoção
A morte do cabo Reginaldo Costa gerou comoção generalizada em Cantanhede e cidades vizinhas. Nas redes sociais, moradores, colegas de farda e autoridades lamentaram a perda.
O 23º Batalhão da Polícia Militar divulgou nota oficial destacando a bravura e a dedicação do militar, além de prestar solidariedade à família, especialmente ao pai do policial, o sargento Santos.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração e do Serviço Público Municipal de Cantanhede (Sintaspumc) também emitiu nota de pesar, ressaltando que Reginaldo era um jovem íntegro, trabalhador e comprometido com a segurança pública.
O legado de Reginaldo Costa
Descrito como um exemplo de disciplina e coragem, Reginaldo Costa era bastante querido em Cantanhede. Moradores o viam como um policial acessível, respeitado dentro e fora da farda. Sua morte precoce deixa uma lacuna não apenas na corporação, mas também no coração de amigos, familiares e de toda a comunidade cantanhedense.
“Era um jovem cheio de sonhos, um policial que honrava sua farda e que sempre esteve pronto para servir ao próximo”, destacou um colega de farda.
Um luto coletivo
O clima na cidade é de consternação. Igrejas, sindicatos, autoridades municipais e cidadãos comuns manifestaram solidariedade à família enlutada. O corpo do policial deve ser velado em Cantanhede, com honras militares, em data ainda a ser confirmada.
Enquanto familiares choram a perda irreparável, a população clama por justiça e mais segurança, para que tragédias como essa não se repitam.


😢
ResponderExcluirMuita covardia e crueldade
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